Ensaios de 2.000 H/QUV da Membrana de Silicone Enduris 3525 versus acrílicos, poliuretanos e borracha líquida.

A Solução Mais Estável para Retrofit e Impermeabilização de Telhados Industriais

A Momentive, em parceria com o Eng. Paulo Oliveira, apresentou no Simpósio Brasileiro de Impermeabilização do IBI em 2021 um estudo comparativo inédito que demonstrava, de forma clara e técnica, a superioridade da Membrana de Silicone Enduris 3500, hoje em sua nova versão Enduris 3525  em relação a outras membranas poliméricas acrílicas, de poliuretano(PU) ou borracha líquida utilizadas no mercado brasileiro para a recuperação de coberturas industriais metálicas e de concreto.

O projeto idealizado por Mauro Medeiros, gerente comercial da Momentive, utilizou os laboratórios da Momentive que em parceria com o Eng. Paulo Oliveira, diretor da Aratau Construção Modular, elaboraram o estudo comparativo apresentado pelo Eng. Paulo Oliveira no Seminário de Impermeabilização do IBI em 2021.

O estudo simulou o envelhecimento acelerado em câmara QUV comparando os resultados iniciais, com 500h, 1.000h e 2.000h de eposição (exposição equivalente a vários anos de intempéries reais: raios UV, chuva, ciclos térmicos e umidade). Foram comparados cinco produtos aplicados sobre telha metálica trapezoidal retirada de um telhado após 7 anos exposta. Os nomes de produtos e fabricantes foram omitidos com exceção do Enduris da GE Silicones/Momentive:

  • Amostra 1: Borracha Líquida (HM)
  • Amostra 2: Manta Líquida Impermeabilizante (BT)
  • Amostra 3: Membrana de Poliuretano (PU)
  • Amostra 4: Membrana Acrílica com Fibras (S.Fibra)
  • Amostra 5: Membrana de Silicone (GE Enduris 3500 – Momentive)

Por que isso importa para telhados industriais? 

Em coberturas expostas permanentemente ao sol, chuva, vento e variações térmicas (sem proteção mecânica), a perda de flexibilidade, a fotodegradação e o aumento da absorção de água são os principais vilões da durabilidade. 

Nesse estudo foi demonstrado cientificamente porque a Membrana de Silicone é a tecnologia ideal para coberturas industriais enquanto acrílicos, poliuretanos e outras “mantas líquidas” ou borrachas líquidas” falham a curto prazo. 

O silicone é praticamente inerte ao ataque dos raios UV, o que mantém suas propriedades iniciais de elasticidade, adesão e resistência mecânica por mais de 50 anos. Além disso reflete mais de 80% da irradiação solar (cool roofing) reduzindo o calor e os custos com energia de refrigeração – características validadas por certificados internacionais CRRC, Energy Star e FM Global.

Os testes foram realizados nos laboratórios da Multinacional Momentive, responsável pela fabricação dos produtos da marca GE Silicones em sua planta de Itatiba-SP.

Abaixo, compartilhamos cada ensaios e sua importância técnica. Ao final elaboramos as conclusões. Esperamos que aproveitem as informações e que isso faça sentido na hora de escolher a melhor tecnologia para recuperar o seu telhado industrial com uma solução de longo prazo.

  1. Teor de Sólidos (%)

Gráfico comparativo de teor de sólidos

O teor de sólidos define a quantidade real de polímero que fica na película após a cura. Quanto maior o teor de sólidos, menor a perda por evaporação de solventes  ou água e maior a espessura final do filme elastomérico. 

Resultado: Enduris 3500 atingiu 90% (média), contra 53% (HM – Borracha Líquida), 56% (BT), 79% (PU) e 73% (acrílica com fibras). 

Vencedor: Silicone Enduris – garante película mais espessa, uniforme e durável em uma única camada com airless ou rolo.

  1. Densidade após cura (g/cm³)

Gráfico comparativo de densidade após a cura

A densidade indica o peso do material e quanto mais leve, melhor para o telhado industrial que exigirá menos de sua estrutura.

Resultado: Enduris 3500 registrou 1,331 g/cm³ (a mais baixa). 

Vencedor: Silicone Enduris – excelente para retrofit em telhados metálicos já existentes com peso extra de apenas 750g/m2 praticamente desprezível, assim como todas as outras membranas. 

A densidade é uma grande vantagens das membranas em relação às mantas, principalmente quando se compara às mantas asfálticas aluminizadas que podem chegar a 4kg/m2 extras.

  1. Dureza Shore A antes e após envelhecimento QUV

Gráfico comparativo de dureza antes e depois de 2.000h/QUV

A dureza “Shore A” mede a rigidez do material. Aumento excessivo indica perda de flexibilidade (o material endurece e trinca).  A falta de estabilidade com aumento ou perda de dureza indica vida útil menor.

Quanto menor a dureza e estabilidade, melhor para a flexibilidade para acompanhar as movimentações das coberturas. 

Como referência, a norma ABNT NBR13321 para membranas acrílicas estabelece apenas 1.000h de exposição UV. Para os ensaios desse estudo foram utilizadas 2.000 H/UV.

A Momentive tem estudos de exposição de mais de 50.000H/UV da membrana Enduris, na qual esta se manteve estável, sem ganhos expressivos de dureza, perda de adesão ou alongamento, pois o silicone é praticamente inerte aos raios UV.

Resultado: O silicone permaneceu praticamente inalterado (39,5 → 40,2), enquanto os demais endureceram significativamente (BT – Borracha Líquida 88,3 → 83,5; PU 69,0 → 73,0; acrílica 71,4 → 84,8). A perda de dureza em algumas membranas está diretamente ligada à absorção de água nos ciclos QUV, o que na prática diminui a vida útil.

Vencedor: Silicone Enduris – mantém flexibilidade mesmo após 2.000 h de QUV, essencial para coberturas sujeitas às dilatações térmicas e movimentações. Apenas o Enduris apresenta dureza inicial e final compatíveis com aplicação em coberturas.

  1. Tração e Alongamento após envelhecimento QUV
Gráfico comparativo de dureza antes e depois de 2.000h/QUV
Gráfico comparativo de dureza antes e depois de 2.000h/QUV

Gráfico comparativo de dureza antes e depois de 2.000h/QUV

Alongamento (%) é a capacidade de esticar sem romper – crítica para selar fissuras e acompanhar dilatação das telhas metálicas. 

Tração indica a força necessária para alongar. Quanto maior o alongamento e menor a força melhor, pois indica alta capacidade de alongamento e baixo esforço nas áreas de adesão.

Resultado: Enduris manteve 202% de alongamento após 2.000 h (quase inalterado desde T=0)  com  a menor resistência à tração. Os demais caíram drasticamente: BT – Borracha Líquida para 78%, PU para 52%, acrílica com fibras. Todos com aumento agressivo na resistência à tração por conta do aumento da dureza demonstrado no gráfico anterior.

Vencedor: Silicone Enduris – garante estanqueidade mesmo com as movimentações da cobertura graças ao seu alto alongamento e baixa resistência à tração.

  1. Absorção de Água (%)

Gráfico comparativo de dureza antes e depois de 2.000h/QUV

Quanto menor a absorção de água, melhor a impermeabilização real (evita infiltração e corrosão), principalmente em telhados industriais com baixo caimento.

 Resultado: Enduris 3500 apresentou 0,01% (praticamente zero). Os outros variaram de 5,2% a 7,0%. 

Vencedor: Silicone Enduris – desempenho superior em proteção contra água líquida e vapor, confirmado em ensaios ASTM.

6. Ensaios de Aderência (T=0 e T=500 h QUV)

As fotos mostram visualmente o branqueamento, amarelecimento e falhas de adesão da 4 das 5 membranas. Apenas o silicone não apresentou alteração de cor nem perda de adesão (força mantida em 1 kgf/cm após 500 h). 

Vencedor: Silicone Enduris – adesão estável sem primer e coloração sem alterações.

Amostra 1–HMR – Boa adesão inicial. Porém apresentou descoloração e falhas de adesão após exposição QUV de 500h, o que indica baixa resistência UV.

Amostra 2-BT – Falha de adesão pontual inicial. Apresentou descoloração e falha de adesão generalizada após exposição QUV de 500h, o que indica baixa resistência UV.

Amostra 3-PU – Falha de adesão pontual inicial. Apresentou descoloração e falha de adesão pontual após exposição QUV de 500h, o que indica baixa resistência UV.

Amostra 4-S.Fibra – Falha de adesão pontual inicial. Apresentou descoloração e falha de adesão pontual após exposição QUV de 500h, o que indica baixa resistência UV.

Amostra 5-Enduris – 100% de adesão inicial. Apresentou a mesma cor , sem alterações após exposição QUV de 500h e manteve 100% de área aderida, o que indica ótima resistência UV.

Conclusão Técnica Em todos os testes (teor de sólidos, densidade, dureza, tração/alongamento, absorção de água e aderência), a Membrana de Silicone GE Enduris 3500 da Momentive foi a única que manteve estabilidade total após envelhecimento acelerado equivalente a anos de exposição real. 

Isso confirma o que a experiência internacional já mostra há mais de 50 anos no EUA.

A Membrana de Silicone de alto teor de sólidos é o material ideal para retrofit de telhados industriais metálicos ou de concreto – aplicado mecanizado em camada única ou manualmente com rolo, para envelopamentos ou reparos pontuais com garantias de até 20 anos e vida útil de décadas.

Apenas as membranas de silicone passam nos principais requisitos que as classificam como uma solução de longo prazo para recuperação de telhados monolíticos.


A Impercoat trouxe para o mercado brasileiro a membrana de silicone líquida GE Enduris 3500. É um produto inorgânico, resistente aos raios UV. Ele protege o telhado de ações como a da chuva e do vento. É flexível, permitindo que haja contração e expansão do material de acordo com as mudanças climáticas. 

Além de impedir que a oxidação continue a degradar as telhas metálicas, o GE Enduris prolonga a vida útil da cobertura. É fácil de aplicar e com apenas uma demão produz o envelopamento completo.

Enduris 3500 impede a oxidação porque interrompe totalmente o contato da superfície com o ar e com a água. O Enduris 3502 na cor branca traz conforto térmico graças a 88% de refletância e sua resistência UV garante que vai proteger seu telhado não por anos, mas por décadas.

Para mais informações de como recuperar e impermeabilizar o seu telhado metálico com a membrana GE Enduris, solicite suporte técnico pelo nosso Whatsapp ou por e-mail.

Veja os vídeos de alguns telhados impermeabilizados no Brasil pela Impercoat

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